05/04/2018

Resenha: Para Educar Crianças Feministas


Título: Para Educar Crianças Feministas
Autor(a): Chimamanda Ngozi Adichie
Editora: Cia das Letras
Páginas: 96
Após o enorme sucesso de Sejamos todos feministas, Chimamanda Ngozi Adichie retoma o tema da igualdade de gêneros neste manifesto com quinze sugestões de como criar filhos dentro de uma perspectiva feminista. Escrito no formato de uma carta da autora a uma amiga que acaba de se tornar mãe de uma menina, Para educar crianças feministas traz conselhos simples e precisos de como oferecer uma formação igualitária a todas as crianças, o que se inicia pela justa distribuição de tarefas entre pais e mães. E é por isso que este breve manifesto pode ser lido igualmente por homens e mulheres, pais de meninas e meninos. Partindo de sua experiência pessoal para mostrar o longo caminho que ainda temos a percorrer, Adichie oferece uma leitura essencial para quem deseja preparar seus filhos para o mundo contemporâneo e contribuir para uma sociedade mais justa.

Após a leitura de Sejamos Todos Feministas eu logo fui lendo outro texto da Chimamanda: Para Educar Crianças Feministas. Confesso que eu achava esse titulo um pouco bobo e até mesmo apelativo, porém ao ler a introdução do texto entendi o porque desse titulo e acabei adorando. Uma amiga da autora teve uma filha e pediu conselhos para cria-la como uma feminista e é isso que o livro trás: pequenos conselhos para fazer uma criança entender sobre respeito ao próximo e a si mesma — no caso se for uma mulher.


O livro é curto e objetivo. A autora coloca na obra pontos muito simples, porém importantes sobre ser mulher e como mães (e até mesmo familiares) deveriam lidar com a criação de uma menina. Coisas como cabelo, roupas, amizades, linguajar, brinquedos e aspirações são abordadas em tópicos diversos durante as 96 páginas.

É uma leitura que me fez pensar no que eu teria feito de diferente na minha vida se alguém tivesse me dito ou feito certas coisas na minha infância ou se até mesmo eu tivesse lido esse texto quando tinha cerca de 10 ou 12 anos, onde as coisas foram tomando formas diferentes em relação a minha visão de mim e, claro, de mim mesma. Vale a pena a leitura que pode ser concluída em um dia (ou uma hora, se você tiver um tempo livre no almoço).

Um comentário:

  1. Gostei da sua resenha, ainda não li esse livro!

    http://submersa-em-palavras.blogspot.com.br

    ResponderExcluir

Obrigada por comentar. Volte sempre. <3